Arquivo Público retrata passado e presente de forma dinâmica na Bienal do Livro

Texto de Maria Barreiros

A 8ª Bienal Internacional do Livro está se aproximando e o Arquivo Público de Alagoas (APA) traz um estande inteiramente dedicado às comemorações dos 200 anos de emancipação política do Estado. A partir do dia 29 de setembro, o Centro Cultural e de Exposições será palco do evento que mobiliza toda a sociedade e segue até o dia 8 de outubro.

O Arquivo Público de Alagoasintegra a estrutura da Secretaria de Estado do Gabinete Civil e atualmente é detentor do maior acervo sobre Alagoanidade, desde o inicio do século 18 até os dias de hoje.

Segundo o secretário-chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias, eventos como a Bienal são oportunos para aproximar a comunidade – que estará visitando o estande do Arquivo Público – da história alagoana, por meio dos mais variados formatos de apresentações, sejam elas, fotografias, mapas, manuscritos e outros documentos.

“O Governo Renan Filho tem como política pública apoiar a preservação de nossa história, seja por meio da cultura, educação ou qualquer outro segmento. Então, investir na preservação do acervo, bem como atender e apoiar as demandas das instituições educacionais e culturais do Estado, são a nossa preocupação. E a Bienal é uma ótima oportunidade de mostrarmos de forma dinâmica e atual a história de Alagoas,” observou Fábio Farias.

A superintendente do APA, Wilma Chagas, explica como vem preparando as exposições que estarão montadas no estande da Bienal.

“O estande terá como temática os 200 anos da Emancipação de Alagoas, considerando a VIII Bienal Internacional  do Livro de Alagoas um evento marcante para a comunidade estudantil das mais variadas faixas etárias, especialmente por propiciar o contato com os livros e com os escritores. Ele contará com um espaço de 48 metros quadrados, apresentando fatos e notícias por meio de mapas, fotografias e textos de forma dinâmica e interativa, com vistas a propiciar ao público visitante uma viagem no tempo”, contou ela.

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Uma dos destaques do estande são os mapas que datam de 1635, ilustrando os primeiros povoamentos, até programas atuais desenvolvidos pelo Governo Renan Filho e evidenciados ao longo de 2017 por ações do Gabinete Civil: a liberdade, resgate histórico, que são as raízes de Alagoas; A revitalização do Rio São Francisco, firmando o compromisso com o meio ambiente e inclusão social, onde programa Vida Nova nas Grotas vem proporcionando humanização para as pessoas que vivem em vulnerabilidade social, com apoio do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat).

A curadoria do estande ficou a cargo de Wilma Nóbrega e do historiador e bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (Fapeal), Gian Carlo de Melo.

Chá de Memória

O projeto Chá de Memória também estará presente na 8ª edição da Bienal. No dia 3 de outubro, às 16h, no estande do Arquivo Público, o historiador Luiz Sávio de Almeida, estará abordando a temática A formação histórica de Alagoas – rotas de acumulação do açúcar.

Fonte: Agência Alagoas

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