Maceió recebe 11º Congresso Brasileiro do Algodão

Texto de Thiago Tarelli

O turismo de negócios e eventos é um dos segmentos mais lucrativos em todo o mundo. Por isso, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) aposta na articulação e promoção do Estado para atração de eventos de médio e grande porte. Fruto desse trabalho, Maceió recebe a partir desta terça-feira (29), a 11º edição do Congresso Brasileiro de Algodão.

O evento, que será realizado no Centro de Convenções de Maceió, no Jaraguá, se estende até o dia 1º de setembro e é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) com o apoio da Sedetur e o Maceió Convention Visitours e Bureau.

Esta é a primeira vez que o Congresso acontece em um estado não produtor de algodão. Aproximadamente mil e duzentas pessoas, entre produtores e especialistas em cotononicultura do Brasil e do mundo, estarão na capital alagoana discutindo as questões técnicas, econômicas e políticas do setor.

As oficinas, minicursos e plenárias abordarão temas desde controle biológico de pragas e doenças, passando pelo uso de terras cultiváveis no país até as questões de política econômica.

Turismo de negócios e eventos

Alagoas tem se destacado nacionalmente como destino para turismo de negócios e eventos. Somente neste ano, até o momento, vinte e sete eventos nacionais e internacionais deste segmento aconteceram na capital. Até o fim do ano, serão quarenta e oito no total.

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À frente da superintendência de Turismo da Sedetur, Paulo Kugelmas, ressalta a importância desses eventos para o Estado. “Pela primeira vez esse congresso brasileiro do Algodão acontece em um estado não produtor do produto. Isso nos dá uma dimensão do potencial atrativo de Alagoas, sendo celeiro de importantes eventos, vencendo a sazonalidade do turismo de lazer. Com a vinda de turistas nacionais e internacionais, o setor turístico cresce, a economia ganha e o desenvolvimento do Estado é impulsionado”, conta.

Estes eventos colaboram com o desenvolvimento do Estado, tendo em vista o impacto econômico gerado por eles. Só o turista internacional deste segmento, por exemplo, gasta em média quatro vezes mais que o turista de lazer, segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: Agência Alagoas

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