Arser e a moralização das compras públicas em Maceió

Uma verdadeira revolução ocorre no sensível campo das licitações. Mais especificamente no corpo administrativo da Prefeitura de Maceió. Trata-se do caso da Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados de Maceió (Arser).

Em pouco menos de um ano e meio de funcionamento, a entidade transformou modelo e conceito de compras públicas em Alagoas.

O impacto na vida do cidadão é direto. Com o aperfeiçoamento processual da aquisição e contratação de bens e serviços, a cidade se desenvolve mais rápido. Resolve-se o problema de desabastecimento na farmácia básica em postos de saúde, por exemplo. Ruas passam a ser recapeadas mais rapidamente, escolas aprimoram a qualidade de ensino, bairros ficam mais limpos, seguros e iluminados e o município ganha mecanismos de acessibilidade e mobilidade urbana, além de ações de esporte, cultura e lazer.

Os resultados são atribuídos ao empenho da equipe da Agência, que conta com 40 servidores. O órgão tem trabalhado pela moralização no trato com o bem público e o compromisso em entregar o melhor para cidade e seus habitantes.

Transparência, qualidade e economia

A implantação da Cotação Eletrônica de Preços, publicação do Plano Anual de Contratações e abertura de Consulta Pública para todas as licitações que, quando somadas às medidas realizadas no ano passado, comprovam a robustez exemplar do organismo.

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A Arser não apenas encampou a construção de dispositivos que tornaram a aplicação dos recursos públicos mais transparentes como também tem buscado obstinadamente acelerar dinâmicas, ampliar a participação de fornecedores (incluindo cada vez mais o contingente da cadeia produtiva local) e gerar mais economia.

Com o efetivo funcionamento da gestão de contratos, já é possível contratar com mais qualidade, aferir demandas específicas com mais precisão e acumular uma memória de consumo que retroalimenta a mecânica licitatória e permite mais eficácia ao antecipar as necessidades de órgãos e secretarias que compõe a administração municipal. O saldo final? Menor desperdício e maior economia.

Um exemplo concreto de respeito e seriedade institucional em uma época em que valores e relações parecem tão estremecidos. E eis aí uma boa história a ser contada. Um enredo de contorno inspirador, que deve servir de espelho para toda gestão pública que é vigilante e atenta ao seu dever primordial: tornar melhor o lugar em que vivemos.

Fernando Coelho/ Ascom Arser

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