Crianças e adolescentes são orientados a denunciar exploração sexual

Encerrando as comemorações do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de Maio),os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) realizaram atividades para mais de 100 crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e estudantes de escolas públicas.

O Cras Pitanguinha fez uma atividade para alertar crianças e adolescentes da Escola Estadual Professor Sebastião da Hora  sobre abuso e exploração sexual infanto-juvenil, mostrando como cada um pode agir ao se deparar com casos de violação de direitos. Nesse dia, crianças e adolescentes do Serviço de Convivência Lar São Domingos apresentaram uma peça teatral abordando esse tema.

Já no Cras Sônia Sampaio, localizado no Jacintinho, aconteceu outra atividade com a parceria do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Poço. Os técnicos do Creas abordaram o tema, explicando para crianças e adolescentes do SCFV e da escola Estadual Noel Nutels como identificar e como se defender do abuso e da exploração sexual.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Celiany Rocha, a denúncia é fundamental para o esclarecimento dos crimes e para a punição dos culpados. “Por isso é importante que os pais, os professores e as próprias crianças sejam informados sobre os crimes de violação sexual e saibam como podem fazer essa denúncia”, destacou a secretária.

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De acordo com a coordenadora do Cras Pitanguinha, Gal Souza, grande parte dos alunos da Escola Sebastião da Hora são atendidos no Serviço de Convivência do Cras. “Os Centros de Referência também tem essa importante função de informar crianças e adolescentes da comunidade sobre abuso e exploração sexual infantojuvenil, mostrando onde podem procurar ajuda. Por isso, levamos a atividade para a escola do bairro”, destacou.

A Semas informa que há contatos telefônicos e serviços disponíveis para encaminhamento de denúncias dos casos que, na maioria das vezes, acontece dentro da própria residência. Por meio do Disque 100, casos desta natureza podem ser denunciados e combatidos.

A população também pode procurar o Conselho Tutelar mais próximo da residência e fazer sua denúncia. São dez as regiões que concentram o trabalho dos Conselhos e abrangem todos os bairros de Maceió. Eles trabalham no encaminhamento de casos de violação de direitos de crianças e adolescentes.

Vanessa Napoleão/Ascom Semas

 

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